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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

História do Tango


A dança, assim como as demais manifestações artísticas, é uma via de expressão capaz de representar diferentes idéias. A cada novo tipo de dança, perpetuam-se valores que fazem de um determinado estilo dançante sinônimo de determinados sentimentos. Na Argentina, o tango tornou-se sinônimo de paixão, melancolia e tristeza. Conforme sentencia uma famosa expressão “o tango é um pensamento triste que se pode dançar”. No entanto, ao contrário do que pensamos, o tango não “nasceu” triste e argentino.

Ao longo do século XIX, a jovem nação argentina incentivou a entrada de imigrantes europeus no país para que os mesmos pudessem ampliar a mão-de-obra disponível e, conforme relatos da época, “refinar” a cultura pelo contato com espanhóis, franceses, poloneses e italianos. Dos contingentes trazidos para ocupar novos postos de trabalho na Argentina, formou-se uma imensa população masculina que deixava a família para tentar a sorte em terras estrangeiras. Em pouco tempo, o excedente populacional masculino possibilitou a abertura de diversos prostíbulos no país.

De acordo com recentes pesquisas, no final do século XIX, só a capital Buenos Aires contava com mais de 200 casas de prostituição. A procura pelas prostitutas era tão grande que os homens faziam fila à espera de fácil prazer sexual. Foi quando, a grande circulação de pessoas nas casas de prostituição argentinas deu espaço para a encenação de números musicais enquanto os clientes esperavam a sua vez. Nesse instante, apareciam grupos que intercambiavam suas distintas experiências musicais. A polca européia, a havaneira cubana, o candombe uruguaio e a milonga espanhola firmaram o nascimento do tango argentino.

Em seus primeiros anos, o tango era formado por um trio musical executante de ritmos mais acelerados e os passos de dança tinham muita sensualidade. Só mais tarde que os tangos começaram a ganhar suas primeiras letras. Fazendo jus ao seu local de origem, as primeiras letras descreviam situações libidinosas sobre os prostíbulos e as meretrizes. Por isso, durante algum tempo, o tango era sinônimo de imoralidade. As pessoas de “boa índole” tinham verdadeira aversão à prática desse tipo de música dançante. No entanto, os imigrantes que voltavam para Europa tinham popularizado o estilo, principalmente na cidade de Paris.

Os diversos ataques contra o tango perderam força mediante a popularização e as transformações sofridas com a chegada do ritmo à Europa. Atacado ainda por religiosos, o tango chegou a ser dançado para o papa Pio X, para que o mesmo julgasse suas características. Aprovado por Vossa Santidade e influenciado pela escola européia, o tango começou a ganhar um ritmo mais lento e passos mais cadenciados. No início do século XX, as letras começam a incorporar temáticas para fora do prostíbulo. Tempos depois veio a ser considerado uma expressão típica artística de “todos” argentinos.

Saindo dos prostíbulos para os salões de festa, o tango alcançou sua máxima popularização com o estrondoso sucesso do cantor Carlos Gardel. Sendo conhecido como uma dos mais famosos cantores de tango, Gardel mostrou sua música nos palcos e internacionalizou sua arte com a gravação do filme “El Dia Que Me Quieras”. Ainda hoje, o tango é uma das expressões artísticas mais conhecidas na Argentina e seus espetáculos atraem turistas de todo o mundo.

Fonte: http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/historia-do-tango.htm

sábado, 22 de dezembro de 2012

Dirty Dancing – Noites de Havana

Dirty Dancing – Noites de Havana


Título no Brasil: Dirty Dancing – Noites de HavanaTítulo original: Dirty Dancing - Havana nights

Algo interessante que tanto o Dirty Dancing – Noites de Havana, quantos o Dirty Dancing – Ritmo Quente mostram é como as classes mais baixas sabem se divertir, e como as mais altas admiram esses divertimentos, a alegria, as festas e claro as danças deles. Não teve tanto sucesso quanto o primeiro, mas é um filme muito gostoso de assistir.

Sinopse:
Em 1958, logo após a mudança para Cuba com seus pais, Katey Mille (Romola Garai), uma garota 18 anos, desafia seu círculo social ao encontrar-se com Javier (Diego Luna), um garçom cubano apaixonado pela dança.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Dança de salão mais jovens do que nunca!

Nem só nas raves e ao som de música eletrônica requebram os universitários. A dança de salão, com todas as suas modalidades, também caiu no gosto da galera.

Por Camila Passetti


Enganam-se os que pensam que dança de salão é passatempo só da terceira idade. Em plena era da música eletrônica, em que se dança quase sempre sozinho ou em grandes grupos, os passos a dois em ritmos variados também conquistam os jovens. O interesse por aulas de dança de salão cresceu mais de 30% nos últimos 10 anos e entre os novos adeptos há um número crescente de universitários.

Luís Florião, presidente da Andanças, professor e especialista em danças brasileiras, conta que lambada, forró, samba de gafieira, valsa e bolero, entre outros ritmos até então considerados ''coisa de gente mais velha'', caiu no gosto da galera com menos de 30 anos.

No Sudeste, o ritmo que mais tem levado gente nova às aulas é a lambada. O estilo se renovou e agora recebe também o nome de zouk brasileiro, lambada zouk, lambazouk ou zouk. Depois da lambada, as modalidades que mais interessam o público, nessa ordem, são o forró, o samba e a salsa.

Como o país é muito grande e as culturas regionais ditam o ritmo da dança, no Norte e Nordeste, explica Florião, quem domina os bailes, além do forró e do samba, é o estilo brega.

O "empurrãozinho" da TVOs programas de televisão são outro fator que tem ajudado a atrair tantos jovens à dança de salão. Seriados musicais que promovem diferentes estilos de dança e ritmos, 'realities shows' e quadros sobre o assunto, com competições que premiam a melhor dança.

A visibilidade da dança em novelas ou em quadros como o "Dança dos Famosos", do programa "Domingão do Faustão", na Rede Globo, também ajudou a atividade a cair no gosto popular.

Diversão e paqueraCada vez mais jovens se identificam com a dança de salão e acabam atraindo outros jovens. O que eles procuram, na opinião do professor Florião, é uma forma de diversão aliada à saúde, um jeito mais descontraído de praticar exercícios - tanto que algumas aulas são oferecidas dentro de academias de ginástica - e, claro, paquera. "Por meio da dança de salão, eles se encontram e se identificam. Querem ver gente bonita e 'azaração''. O preconceito cai fácil por terra em uma única ida a um baile".


fonte: http://www.bradescouniversitarios.com.br/ContaUniversitaria/?vgnextoid=b28d14d0bd387310VgnVCM1000003e2ad70aRCRD&vgnextchannel=b28d14d0bd387310VgnVCM1000003e2ad70aRCRD

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Kaoma - Dançando Lambada

Para lembrarmos um pouco desse ritmo que fez grande sucesso no final dos anos 80, a Lambada!


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Strictly Ballroom - Vem Dançar

Strictly Ballroom - Vem Dançar

Título no Brasil: Strictly Ballroom - Vem Dançar
Título Original: Strictly Ballroom

Esse eu assisti e recomendo, é uma comédia romântica muito legal. Algo interessante nesse filme, principalmente para quem é da área da dança de salão, é a interação do dançarino profissional de paso-doble com os dançarinos da população imigrante espanhola, que receberam o conhecimento do paso-doble de seus pais. E o resultado da soma da técnica com a tradição você confere no filme.

Sinopse:
Scott Hastings faz danças de salão e tem calibre de campeão, porém, para irritação da comunidade australiana de dançarinos, ele acredita em dançar os seus próprios passos.
Fran é uma dançarina em início de carreira e uma espécie de patinho feio, que tem a audácia de pedir a Scott para ser sua parceira após o estilo de dança pouco ortodoxo dele lhe ter afastado a parceira.
Juntos, estes dois inadaptados tentam ganhar o Australian Pan Pacific Championships e mostrar à Confederação de Danças de Salão que estão errados quando dizem que não há passos novos.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

HIstória da Salsa


A Salsa nasceu na Ilha de Cuba, mais propriamente em Havana, no interior dos famosos cabarets cubanos, na década de 40. Ela é uma mescla de vários temperos musicais, daí ser batizada com o termo que se refere aos condimentos gastronômicos que dão mais sabor ao alimento.

Ela une sua musicalidade básica, o son cubano, ao mambo e à rumba, provenientes também de Cuba, à bomba e à plena, originários de Porto Rico, ao samba brasileiro, enfim, compõe-se de uma fusão de vários ritmos afro-caribenhos, pois é igualmente inspirado pelo merengue que irradia da República Dominicana, pelo calipso que chega direto de Trinidad e Tobago, pela cumbia tipicamente colombiana, pelo rock enviado dos EUA e pelo representante jamaicano, o reggae. Versátil, atualmente ela aceita cadências mais recentes como o rap ou a música eletrônica.

O son cubano, esteio rítmico da Salsa, teve sua origem na área rural de Cuba localizada na porção oriental da ilha, em meados do século XVIII, marcado pelo influxo das cadências hispânicas, francesas e africanas. Essa mistura explosiva transformou-se logo em sucesso estrondoso nas cidades, em princípios do século XIX. Sua entrada triunfal na capital cubana se deu em 1909, através dos soldados do exército cubano. Mas é apenas na década de 20 que surge o Sexteto Habanero, conjunto que se destaca no estilo que se diferenciaria do som original.

Despontam no cenário musical, nesta mesma época, outras bandas, como o Septeto Nacional de Ignácio Piñeiro, nascido em 1927, o famoso Trio Matamoros, criado em 1925, que legou sucessos como El son de La Loma, El que Siembra su Maiz, La Mujer de Antonio e Lágrimas Negras, entre outras, aos amantes da salsa. Neste momento ainda se utilizam como instrumentos: Contrabaixo, Três (guitarra que tem três pares de cordas), Guitarra, Cravo, Maracas, Voz e um Trompete, que é opcional.

Mas logo surge na década de 40 o músico Arsênio Rodríguez, que imediatamente muda a forma consagrada do septeto e adiciona ao seu conjunto o piano, a tumbadora e três ou quatro trompetes, aproximando este formato ao dos dias de hoje. Na década de 50 ele segue para Nova York e cria outra orquestra, prenunciando o futuro movimento salseiro dos EUA. Este é desencadeado pela união de alguns rapazes em grupos juvenis musicais que passam a misturar diversas sonoridades que compõem um certo tempero latino-americano.

Este ritmo estréia oficialmente em terras norte-americanas no hotel Saint-George, no Brooklyn, bairro de NovaYork, em princípios da década de 70, com a apresentação do conjunto Lebron Brothers, migrantes porto-riquenhos, que encantou a platéia dos EUA. Daí este movimento se disseminou por todos os grupos da América Latina residentes em solo americano, para Porto Rico, seguido de Cuba, Venezuela, Colômbia e outros países latinos. Enveredam pelas trilhas da fama músicos como Tito Puente, Celia Cruz, Johny Pacheco e outros.

Na década de 50, a salsa atinge o auge em Cuba, com o aparecimento do incomparável músico Benny Moré, acompanhado pela Banda Gigante. Até hoje ele é o ícone salseiro entre os adeptos deste estilo musical. Depois da vitória de Fidel Castro, em 1959, e do bloqueio econômico à ilha, a salsa segue adiante em dupla jornada – no interior de sua terra natal e fora de Cuba, especialmente em Nova York.

Com o tempo, ela se transforma em mais um produto comercial nas terras americanas. Na década de 80 ela é praticamente absorvida pelo merengue proveniente da República Dominicana e pela discoteca. Aparecem então músicos como Frankie Ruiz, Eddie Santiago e Luis Henrique, que transformam este cenário ao elaborarem uma espécie de ‘salsa erótica’, considerada por muitos fãs uma traição ao estilo original, mas esta modalidade mais sensual revigora, de certa forma, o ritmo salseiro. Nesta época ela atinge inclusive o Japão, onde se forma a Orquestra de La Luz, integrada apenas por japoneses.

Atualmente a Colômbia se destaca na produção da salsa, com músicos como Joe Arroyo, o grupo Niche e o conjunto Guayacán. Hoje, os mais recentes frutos salseiros são o mereng-house, a salsa merengue e a salsa gorda.

Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Salsa
http://dancasdomundo.no.sapo.pt/dsalao.htm
http://www.salsa.com.br
http://www.infoescola.com/danca/salsa/

domingo, 9 de dezembro de 2012

Baile Confraternização Fama

Pessoal, gostaria de agradeçer a presença toda a galera atheniense em mais uma balada dançante, o baile de confraternização da academia de dança de salão Fama, da nossa querida amiga Valquíria Gimenes. Foi uma noite muito agradável, divertida e descontraída. Abraços e até a próxima!

Bob


sábado, 8 de dezembro de 2012

Dança em cadeira de rodas

Vejamos um grande exemplo de superação, dança de salão em cadeira de rodas. Dou aula há alguns anos, e sempre ouço várias pessoas reclamando, dizendo que não conseguem realizar os passos, que não nasceu para dançar, que é dífícil dançar, que é duro, que a perna não obedece, enfim várias reclamações sem fundamentos. Abaixo veja um vídeo que mostra que quando há força de vontade, não há obstáculos e sim oportunidades.
E vocês o que acham???


Abraços Bob

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Atriz Dira Paes dá dicas para fazer bonito na dança de salão

Dira Paes arrasa na dança de salão (Foto: Reprodução/TV Globo)




Em Salve Jorge, Lucimar não dispensa um bailinho de gafieira. Intérprete da vovó mais enxuta e mais “pé de valsa” da ficção, a atriz Dira Paes mostra que na vida real também é cheia de gingado. Para a novela, ela contou com a ajuda da coreógrafa Sandra Regina, mas o molejo vem do berço: “Meu pai era um dançarino de salão, gostava de dançar com as filhas nas festas e acho que veio daí.”

As duas, juntas com o professor de dança Valdeci de Souza, deram algumas dicas para Dani Monteiro e para quem mais quiser arriscar alguns passinhos. A primeira coisa é sempre mexer os cabelos de maneira charmosa e no ritmo da música: “Ela (Sandra) sempre fala ‘Não esquece do charminho do cabelo’. Tem umas coisinhas que às vezes ficam mais encantadoras do que o próprio pé”, revela Dira. Regina concorda e diz mais: “A dança é isso: o homem comanda e a gente fica bela ao lado dele, jogando o cabelo.”

Leveza, feminilidade e gingado no movimento são fundamentais para dançar em dupla. É preciso que a mulher se deixe levar pelo parceiro. Com estes truques já é possível fazer bonito na dança de salão.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Pole Dance

Os movimentos do pole dance também tonificam as pernas. De acordo com Renata, isso é possível por causa das acrobacias parecidas com as do balé. “Assim, o corpo mantém a postura e ao mesmo tempo, força toda parte muscular. Para as praticantes que desejam um resultado mais acentuado nas pernas, é importante trabalhar bem o abdome para realizar os movimentos de inversão (ficar de cabeça pra baixo) e giros com as pernas esticadas, isso ajuda bastante na definição”, completa a professora.
Benefícios do pole dance

Além de deixar o corpo mais definido, o pole dance também ajuda a aumentar autoconfiança. “Perde-se gordura e ganha massa magra, além de deixar a aluna mais segura e menos tímida. É uma atividade prazerosa, divertida e estimulante. Realmente é algo que vicia, não é uma atividade monótona”, recomenda Renata.


O equilíbrio também é trabalhado no pole dance, já que os exercícios são feitos em maior parte longe do chão. “Durante as aulas, a professora ensina a parte teórica, técnica, artística, respiração, postura e equilíbrio que vem de um trabalho corporal de encaixe de quadril, alinhamento de coluna, fortalecimento de braços”, explica a professora.
Qualquer pessoa pode praticar pole dance?

“Indico o pole dance para todas as pessoas, mas para quem tem alguns problemas pré-existentes (contusões, complicações nas articulações, etc) é melhor realizar uma avaliação médica” afirma Renata. Quem tem labirintite, hérnia de disco, ou problemas na coluna deve evitar a prática. “Mediante a autorização dos pais, dá para investir na dança a partir dos 15 anos”, explica a professora.

Se a dúvida for roupas, Renata dá a dica: “Durante as aulas, aconselhamos o uso de um top e um shorts mais curto, pois o atrito da pele junto a barra de aço inox é fundamental para que a pessoa consiga se sustentar na barra. O uso de hidratante é desaconselhável, pois o corpo libera suor e o creme acaba engordurando a barra”, indica.



Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br/fitness/treino-localizado/pole-dance-define-a-musculatura-e-melhora-equilibrio-aposte/2392

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Um bolero jovem?!?

Para alguns é até uma antítese dizer que bolero pode ser um ritmo para jovens,  embora esse estilo musical nos remeta a lembraças de casais com mais idade dançando, ele pode sim ser um ritmo para jovens. E um exemplo disso é o vídeo abaixo, lembramos que isso é uma coreografia, porém podemos colocar na nossa dança alguns movimentos mais ousados, mais sensuais e fazer um bolero mais forte, com a cara do pessoal mais jovem.

domingo, 25 de novembro de 2012

Baile Clube do Saudosista




E sábado, dia 24 de novembro, aconteceu em Piracicaba no Clube do Saudosista um super evento promovido pelo prestigiado Felipe Bragion.






E como não poderia ser diferente, a galera da Athenas Studio de Dança estava marcando presença.












Um baile muito bom, com presenças de renomadas personalidades da dança de salão, Jaime Arôxa com Bianca Gonzales e Marcelo Cunha e Karina Sabah, e muita apresentações que abrilhantaram ainda mais o evento.










Toda a turma atheniense se divertiu muito!

















E para finalizar a noite, parada em uma lanchonete para repor todas as energias perdidas dançando....rsrssrsr.





E que venha a próxima balada de dança.

Abraços Bob!


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

História da Dança de salão

Pode-se dizer que dança de salão é toda a dança social, ou seja, que se dança a dois. Os mais variados ritmos são englobados pela dança de salão.

Segundo historiadores, as danças de casais tornaram-se populares no início do século XIX, embora tenham surgido no século XIV, e evoluído nos séculos seguintes (apenas entre os nobres).

A dança de salão foi introduzida no Brasil em 1914, a princípio com a valsa e a mazurca.

Os ritmos mais presentes nos salões do Brasil, assim como nas academias de dança são: soltinho, forró, samba de gafieira, tango, bolero e salsa.

Devido à riqueza de ritmos, as danças de salão podem ser classificadas como latinas ou clássicas.

São danças de salão latinas:
– Samba – surgiu no Rio de Janeiro, com base na cultura africana, em ritmos como o lundu, umbigadas (semba) e pernadas de capoeira.
– Rumba – surgiu em Cuba, levada pelos escravos contrabandeados para aquele país.
– Merengue – é a dança tradicional da república Dominicana, embora seja popular em outros países da América Central (Haiti e Costa Rica) e América do Sul (Colômbia e Venezuela).
– Cha-cha-cha – ligado ao mambo, o cha-cha-cha é originário na Rumba. Surgiu em Cuba.
– Paso – doble – surgiu na Espanha, tem grande semelhança com o One-Step.

São danças de salão clássicas:
– Tango – surgiu nos bordeis da Argentina
– Valsa Vienense – surgiu na Áustria.
– Valsa Inglesa – uma variação mais lenta da valsa vienense.
– Slow Fox – surgiu em Nova York, com base em outro ritmo, o Foxtrot É considerado uma das danças mais difíceis.
– Quickstep – surgiu nos Estados Unidos, com base no Foxtrot. É mais rápida e fácil que o Slow Fox.

A dança de salão é, além de uma forma de lazer e descontração, é uma atividade física indicada tanto para jovens, quanto para pessoas mais velhas, pois ao dançar, é trabalhada a capacidade aeróbica, as funções cardiovasculares e respiratórias, a flexibilidade, entre outras.

Fonte: http://www.infoescola.com/artes-cenicas/danca-de-salao/

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

História do Frevo

Embora o Frevo não seja da dança de salão....


O Frevo surgiu em Pernambuco, entre o fim do século XIX e o início do século XX, primeiramente como um ritmo carnavalesco, nascido dos maxixes, dobrados, polcas e marchinhas de carnaval. O frevo originalmente não tem letra, é só tocado por uma banda.

Do ritmo mais rápido, das bandas de músicas marciais, surgiu a dança do frevo, nos desfiles antigos de carnaval, quando jogadores de capoeira abriam o caminho para os músicos passarem pela multidão. O frevo mistura passos de ballet, capoeira e cossacos.

O nome frevo tem origem na palavra ferver, que na pronúncia popular virou “frever”. O significado é o mesmo de fervura, ou seja, agitação, rebuliço. O termo foi usado pela primeira vez em 1908, em um Jornal chamado Pequeno.

Embora arraste multidões dançando e divertindo-se, o frevo é uma dança complexa, de passos complicados, muita improvisação, que misturam rodopios, gingados, passos miúdos, malabarismos entre outros. Os dançarinos utilizam ainda uma sombrinha colorida (aberta) enquanto dançam, demonstrando grande técnica.

Existem mais de cem passos conhecidos do frevo, sendo os mais famosos: Locomotiva, Dobradiça, Fogareiro, Capoeira, Tesoura, Mola, Ferrolho e Parafuso, entre outros.

Nos anos 30, o frevo foi dividido em três ritmos:

* Frevo-de-Rua – É o frevo completamente instrumental, feito exclusivamente para dançar. A música do Frevo-de-Rua pode ter: notas agudas (frevo-coqueiro), predominância de pistões e trombones (frevo-abafo) e introdução de semicolcheias (frevo-ventania).

* Frevo-de-Bloco – Originada das serenatas realizadas paralelamente ao carnaval, no início do século. A orquestra de Pau e Corda é composta de banjos, violões, cavaquinhos e recentemente vem sendo utilizado também o clarinete.

* Frevo-Canção – Frevo mais lento, com algumas semelhanças em relação à marchinha carioca. É composto por uma introdução e uma parte cantada, terminando ou começando com um refrão.

O carnaval de Olinda é o carnaval do frevo, que pode ser considerado o carnaval mais popular do país, embora não seja o maior. Isso porque no carnaval do frevo não existem escolas de samba, sambas-enredo ou trios elétricos, ou seja, o carnaval é realizado pelo povo, pelas famílias que saem nas ruas para a folia.

Fonte: http://www.infoescola.com/danca/frevo/ 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Tango

Título no Brasil: Tango
Título original: Tango

Não gostei muito, pois achei com cara de documentário. Mas não posso negar que as cenas dos diversos estilos de tangos são indubitavelmente espetaculares. E vocês o que acham?

Sinopse:
Mario Suárez, um diretor talentoso, foi abandonado por usa esposa, Laura. Para superar sua dor, mergulha numa produção de um filme sobre o Tango, Certa noite, durante a seleção do elenco, Mario conhece Elena Flores, uma jovem lindíssima e excelente dançarina, amante do principal investidor do filme, Angelo Larroca. Imagens de sua própria vida e memórias, tanto pessoais quanto coletivas, se encontram no filme de Mario, que sustenta através de números de dança intensos: amor correspondido e não-correspondido, uma lúgubre e emocionante encenação da repressão militar e grande onda de imigrantes europeus na virada do século. No decorrer dos ensaios, Mario e Elena se envolvem em um tórrido e apaixonado caso de amor. Mas Angelo não é cego, e é um homem perigoso. Dirigido por Carlos Saura, realizador de obras como "Cria Cuervos" e "Mamãs Faz Cem Anos", "Tango" é considerado um dos mais brilhantes filmes do diretor espanhol. Indicado para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Tango foi fotografado pelo mestre da iluminação Vittorio Storaro e tem trilha sonora de Lalo Schinfrin, autor dos mais consagrados.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Como surgiu o balé?


O balé clássico surgiu nas cortes italianas, no início do século 16, embora não se saiba ao certo de onde veio a inspiração para os seus primeiros passos e coreografias. Foi o termo italiano balletto ("dancinha", "bailinho") que deu origem à palavra francesa ballet. Na época, tratava-se de uma diversão muito apreciada pela nobreza local. Tamanha admiração pela dança levou a princesa italiana Catarina de Médici (1519-1589) a introduzir o balé numa nova corte quando se casou com o rei da França Henrique II. Catarina também fez questão de contratar o grande coreógrafo italiano de então, Balthazar de Beaujoyeulx. Aqui vale abrir um parênteses. O nome verdadeiro do coreógrafo era Batazarini Di Belgioioso. A forma afrancesada, não só do nome dele, como de outros italianos que fizeram parte da história do balé, tornou-se a mais conhecida pois a dança só se desenvolveu realmente quando chegou entre os franceses, que espalharam seu sotaque em tudo o que envolve essa arte.

Mas voltemos a Beaujoyeulx. Em 1581, a companhia dele apresentava um espetáculo bem diferente dos balés de hoje, reunindo não apenas dança, mas também poesia, canto e uma orquestra musical. Esse formato variado entusiasmou os nobres franceses desde o início, mas o balé só atingiria seu apogeu no século seguinte, na corte do rei Luís XIV. Grande entusiasta da dança, Luís XIV também era bailarino, tanto que recebeu o apelido de Rei Sol por causa da sua participação no espetáculo Ballet de La Nuit, no qual vestia uma fantasia muito brilhante, lembrando o grande astro. Em 1661, Luís XIV fundou a Accademie Royale de Musique, que abrigava uma escola de balé. Ali, sob a direção do compositor italiano Jean-Baptiste Lully e de seu assistente, o professor de dança francês Pierre Beauchamps, o balé se tornaria um espetáculo mais sofisticado, conhecido como "Ópera-Balé" por combinar dança, diálogos e canto. Foi Pierre Beauchamps quem criou as cinco posições básicas que são usadas no balé até hoje.

Por volta do século 18, os espetáculos passaram por outra transformação, concentrando-se mais na música e na dança. Foi nessa época também que as bailarinas começaram a se rebelar contra os vestidos que usavam até então e que limitavam os movimentos. Por causa dessa restrição, os homens eram os que tinham os papéis de destaque nos espetáculos. Como as coreografias cheias de saltos e giros ganhavam espaço, as mulheres tiveram que reagir. A belga Marie Ann Cupis de Camargo baixou os saltos de seus sapatos e encurtou suas saias para desenvolver melhor sua dança. Não por acaso, ela foi uma das primeiras bailarinas importantes da história. O último momento marcante da origem do balé ocorreu no século 19, quando a italiana Marie Taglioni foi a pioneira a dançar na ponta dos pés, hoje o movimento mais identificado com o balé clássico.



Posições clássicas

Estes cinco movimentos marcam o início ou o fim de todos os passos 1. Os braços semiflexionados formam quase um círculo, com as mãos voltadas uma para a outra um pouco abaixo do peito. Os pés precisam estar bem abertos, com os calcanhares se tocando

2. Aqui os pés ficam bem abertos, como na posição anterior, mas devem estar afastados um do outro. Os braços semiflexionados são abertos ao lado do corpo sem ultrapassar a altura dos ombros

3. Das posições básicas do balé, essa é a menos utilizada. Uma perna permanece à frente da outra, com o calcanhar da primeira perna tocando o meio do pé que está atrás. Um dos braços fica como na posição 1 e o outro é aberto para o lado como na posição 2

4. As pernas permanecem uma na frente da outra, como na posição anterior. A diferença é que os pés se afastam 30 centímetros. Os dois braços são mantidos semiflexionados, mas um deles é erguido acima da cabeça

5. Com uma perna à frente da outra, o calcanhar do pé da frente fica na altura da ponta do pé de trás. Aqui os dois braços devem ser erguidos ao mesmo tempo, mantendo as mãos distantes quatro dedos uma da outra

Dança a dois

Exemplo de uma simples coreografia em dupla 1. O bailarino oferece apoio colocando as mãos em volta da cintura da bailarina. Ela se equilibra na ponta de um pé e estica a outra perna quase até a altura do quadril. Os braços dela ficam estendidos, um em direção ao alto e o outro ligeiramente inclinado para baixo

2. Na seqüência, a bailarina dobra a perna que estava apoiada no chão, levando a ponta da sapatilha. na altura da perna que segue estendida. Segurando a parceira com a mão direita pouco a baixo do peito dela, o bailarino possibilita a elevação

3. Com uma das pernas flexionadas e a outra estendida, o bailarino inclina a parceira à frente e é responsável pelo equilíbrio do casal. A bailarina mantêm o olhar adiante e quase toca o chão com a mão direita, enquanto o outro braço vai em direção ao ombro do parceiro


Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-surgiu-o-bale

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Dançar emagrece!

dance bem, dance mal, dance sem parar...Dançar é uma atividade divertida e ainda, ajuda a emagrecer. Dançando você perde muitas calorias de maneira super agradável, além de ter uma alternativa se já cansou - ou não gosta muito mesmo - dos treinos convencionais de academia, corrida, bike, etc.
A dança já conquistou o seu espaço na vida dos brasileiros. No cinema, ela já vem, faz tempo, mostrando seus encantos, como nos filmes Dirty Dancing (1987) e Dança Comigo (Shall We Dance, 2004). Na TV, também chegou para ficar - exemplo disso é o quadro "Dança dos Famosos", exibido todos os anos, desde 2005, no Domingão do Faustão (Rede Globo), e, mais recentemente, o programa "Se ela dança, eu danço" (SBT).
Para você se tornar uma "pé de valsa" assumida e perder peso de maneira alegre e descontraída, a Corpo a Corpo selecionou os principais ritmos ensinados nas aulas de Dança de Salão e também praticados no Carnaval. Escolha o seu e boa diversão!


AxéEis uma dança genuinamente brasileira! A expressão "Axé" vem do candomblé e da umbanda, onde é usada para desejar energia positiva. Como ritmo musical, surgiu por volta dos anos 1980, em Salvador (BA). Junto com as músicas, sempre há uma coreografia, em geral muito agitada e que requer bastante pique de quem a pratica. E que bom, já que isso garante mais ritmo, agilidade, flexibilidade e coordenação motora - além de expulsar inúmeras calorias desse corpinho! Dançar Axé por 1h manda embora cerca de 400 calorias ou até mais, dependendo da intensidade com que você estiver realizando os movimentos. Então, chega de vergonha e comece já a rebolar!

Bolero
Conhecida como "a dança dos apaixonados", o Bolero pode ter nascido na Espanha, Caribe, Cuba, México... Mas é fato que faz muito sucesso nos países de língua espanhola. No Brasil, entrou em cena entre as décadas de 1940 e 1950, no Rio de Janeiro, devido à fama que o cinema mexicano tinha à época. O ritmo nasceu lento, mas vem ganhando novo formato ao longo do tempo, com mais giros e rodopios. Dançar Bolero por 1 hora faz você detonar, em média, 354 calorias.

Forró
Ninguém sabe ao certo de onde veio o termo "Forró". Uns dizem que se originou da palavra africana "forrobodó", que significava festa, farra, confusão; outros preferem acreditar na lenda de que engenheiros ingleses ou estadunidenses, que trabalhavam em estados nordestinos, promoviam bailes abertos ao público, de nome "for all" (para todos) e que, com o tempo, o povo passou a pronunciar "forró". Mas, independente das origens, o ritmo é brasileiro e faz muito sucesso principalmente nas regiões Norte e Nordeste. A dança tem inúmeras variações e a mais ensinada nas aulas de salão é o Forró Universitário, conhecido também como Xote, de ritmo um pouco mais moderado. O gasto pode chegar a até 474 calorias por hora.

Frevo
Assim como o Axé, o Frevo é propriedade brasileira! Originário de Pernambuco, o ritmo é acelerado, bonito de se ver e contagiante de se executar! A dança do frevo se chama "passo" e tem muita influência da capoeira. Já o nome vem da palavra "ferver", demonstrando já de cara toda a efervecência do povo pernambucano e dos praticantes desse ritmo. Além de trabalhar braços, pernas, glúteos e quadris, e de melhorar o equilíbrio, dançar frevo detona muitas calorias: em 1 h você gasta mais de 600! Então, sombrinha nas mãos e pernas pra que te quero!

Hip-hop / Street Dance
Muito mais que uma dança, o hip-hop é uma cultura, com origens no sul do Bronx, em Nova Iorque (EUA), e envolve música (rap), arte (grafite) e linguagem (gírias). No Brasil, surgiu com força nos anos 1980, em São Paulo. As academias de dança que incluíram esse ritmo em seu repertório, geralmente ensinam o Street Dance (dança de rua), e a queima chega, em média, a 500 calorias por hora.

Salsa
Salve os ritmos latinos! Além de sensuais, fazem você mexer o corpo inteiro em ritmo intenso. De origem cubana, com essa dança você manda embora cerca de 594 calorias por hora. Mas prepare o fôlego e muita resistência muscular, já que você movimenta de uma só vez pernas, braços e quadris, e que os joelhos ficam flexionados quase que o tempo todo.

Samba
Pensou em Brasil, pensou em samba! O mais famoso dos ritmos brasileiros possui inúmeras subdivisões, sendo três as mais comuns: o samba praticado na avenida (comum no carnaval), o samba de gafieira e o samba-rock.

Samba na avenidaMuito samba no pé garante um corpo firme e definido, já que os movimentos executados nessa dança mais rápida e ritmada, com passos bem marcados e muito rebolado, trabalha braços, pernas, quadril e bumbum. Além disso, o gasto calórico é bem alto: sambar pode gastar até 600 calorias por hora!

Samba de gafieira
Qual a primeira coisa que lhe vem à memória quando ouve "Samba de gafieira"? O malandro da Lapa (RJ), com seu terno branco, sapatos pretos e chapéu palheta, está no imaginário e nas origens dessa dança elegante e ritmada. Este ritmo nada mais é do que o samba dançado por casais e pode lhe ajudar a dar adeus a cerca de 474 calorias por hora.

Samba-RockJá imaginou misturar Rock and Roll com Samba? Pois é exatamente essa a proposta do Samba-Rock, originado nos bailes dos anos 1960/1970, em São Paulo. O ritmo é mais intenso que no Samba de gafieira e os passos mais elaborados - tornando a dificuldade também maior. Essa dança exige muita coordenação motora, mas quem se arrisca a praticá-la pode perder até 594 calorias por hora.

Sertanejo / Country
O Sertanejo, que também é conhecido como música caipira ou moda de viola, faz muito sucesso principalmente na região Centro-Oeste e nas cidades do interior. Mas, de uns tempos para cá, outra variação deste ritmo, o Sertanejo Universitário, vem crescendo e está na boca e nos pés de muita gente - principalmente a galera mais jovem. Por isso, muitas academias estão incluindo essa dança no seu quadro de aulas - inclusive o Country, que também está voltando com força total! Dançar esses ritmos por uma hora lhe ajuda a perder cerca de 350 a 400 calorias. Só na sola da bota e na palma da mão.

Tango
Se há uma coisa da qual não podemos nunca reclamar de nostros hermanos argentinos essa coisa com certeza é o Tango! A dança mistura sensualidade, elegância, sedução, delicadeza, além de fazer qualquer coração bater mais forte. Prova disso é o filme "Perfume de Mulher" (Scent of a Woman, 1992): quem não sente o coração disparar quando ouve "Por Una Cabeza", de Astor Piazolla, dançada por Al Pacino no filme? E o melhor: dançar tango também emagrece! Com uma hora de dança vão embora cerca de 474 calorias.

Zouk
Já ouviu falar nesse ritmo? A música tem uma batida forte e teve origem nas colônias francesas e no Caribe; a dança, por sua vez, é uma evolução da lambada - o que já dá para imaginar a sensualidade dos passos, não é mesmo? E o melhor ainda está por vir: a cada hora de aula você pode perder até 600 calorias! Prepare a coordenação motora, as jogadas de cabelo e força nesses músculos!


Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br/fitness/treino-aerobico/dancar-emagrece-escolha-seu-ritmo-e-detone-calorias/perca-peso-dancando/1769/1

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Benefícios sempre são bons!!

Uma ótima atividade para se exercitar e queimar calorias de um jeito diferente e divertido é dançar. A dança, além dos benefícios estéticos, proporciona doses de relaxamento e diversão, trazendo ao aluno uma diversidade de exercícios que ele não encontraria em mais nenhum esporte. Além disso, por envolver música associada ao movimento e expressão corporal, traz ao praticante, a sensação de liberdade e vivências diferentes com o corpo.
Talvez por isso, o número de mulheres que procuram escolas de dança ou aulas dançantes nas academias com o intuito de perder peso, tem aumentado cada vez mais, como nos contou Rodrigo Nolasco, professor de Dança de Salão da Escola de Dança Celso Vieira. “Dançar é uma atividade física que leva ao aumento do gasto energético. Algumas modalidades podem gastar mais e outras menos. Uma pessoa com 70 kg,
dançar emagrecepor exemplo, pode gastar durante 60 minutos dançando um ritmo moderado, cerca de 315 kcal. Esta demanda energética equivale ao gasto estimado de uma caminhada ou um passeio de bicicleta leve a moderado. Dançando 4 vezes por semana, esta pessoa poderá gastar 1260 kcal e, aliada a dieta equilibrada, este gasto calórico contribuirá para um emagrecimento mais rápido e saudável”, afirma o professor.

Modalidades
O segundo passo depois de se matricular numa aula de dança, é escolher qual modalidade praticar. Devido a grande variedade de ritmos, as pessoas costumam ficar confusas na hora de optar por um estilo e se perguntam qual as proporcionará mais benefícios e mais perda de calorias.
Nesses casos, o coreógrafo e diretor da ABR, Alan Brasil, aconselha que o mais importante é eleger a que lhe dá mais prazer, pois só assim a dedicação será completa e os benefícios maiores ainda. “Existem vários tipos de dança indicados para o emagrecimento, como a salsa, o dance, o hip hop, a dança de salão, entre outros. Todas essas modalidades auxiliam no processo de emagrecimento. Porém, o importante não é o estilo escolhido para dançar, e sim, uma dança que você realmente realize com muita intensidade por ter prazer em praticar, e isso só é possível se você dançar com amor. Quanto maior a intensidade maior os gastos calóricos!”, acredita Alan”.

Frequência
A frequência com que a dança deve ser praticada também é outra dúvida recorrente. Como todos os outros exercícios físicos, o ideal seria praticá-la diariamente, mas e se a pessoa não tiver tempo, os resultados ficarão muito comprometidos?

“Para ter um médio resultado, o ideal é dançar 1x por semana, para um bom resultado 2x e para um ótimo, 3x! Lembrando que cada aula deve ter 60 minutos para trazer os resultados desejados”, aconselha Marcia Pedroso, professora da Academia Bio Ritmo.

Benefícios
Além de emagrecer, a dança é a atividade escolhida por muitas pessoas devido aos seus outros inúmeros benefícios. A fisiologista Luciana Mankel, da Curves Academia afirma que dançar previne desde o Alzheimer e a osteoporose, até a baixa estima. “Os benefícios dessa prática são muitos! Dançando nós melhoramos o condicionamento cardiovascular, a tonificação muscular, a memória, a depressão, o equilíbrio, a postura, o stress, etc”, afirma a especialista.

Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br//fitness/treino-aerobico/conheca-os-beneficios-da-danca/2826/1

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Faz bem estar bem!

Com a certeza de que nunca é tarde para se buscar melhorias, sejam elas físicas, mentais ou sociais, cada vez mais idosos se redescobrem por meio da dança. Os tradicionais bailes da nostalgia são capazes de resgatar não só lembranças, mas também a autoestima e a vontade de viver entre a população da terceira idade. Na região, a atividade é oferecida em clubes e também pelas prefeituras a preços simbólicos.

A equipe do Diário visitou na sexta-feira o clube Força Viva, um dos mais tradicionais da região. Lá, encontramos a dona de casa Elizene Pereira Moreira, 73 anos. Para ela, a dança de salão é um santo remédio. Viúva há 33 anos, ela descobriu os prazeres do bailado há 25 e não troca a nova vida por nada. "A gente aqui é uma família. Conversa, se diverte, se distrai e não fica em casa pensando besteira", diz.
Devido à atividade física, até mesmo as fortes dores na coluna deram trégua, destaca Elizene. "Melhorou 80%. Antes tinha crises de parar no pronto-socorro e agora conto as horas para estar no baile". Apesar de tanta disposição, ela revela truque para aliviar incômodos devido ao salto alto depois de uma tarde inteira de dança. "Coloco os pés em bacia com sal e água quente enquanto assisto à televisão."

Além de proporcionar momentos de felicidade para os visitantes, os bailes para idosos se consagram como espaço familiar, onde a troca de experiências convida a viver, explica o presidente do Força Viva, em Santo André, Milton Tirapani.
Há 27 anos o clube realiza às sextas-feiras, entre 15h e 20h, os bailes da nostalgia, que atraem cerca de 200 pessoas. "É um ponto de encontro entre amigos que se respeitam", comenta.
Pelo salão o que se vê são senhores e senhoras bem vestidos, perfumados e ansiosos para rodopiar no salão ao som de música ao vivo. As mulheres são as mais vaidosas. As damas exibem unhas e cabelos impecáveis, além de caprichar na maquiagem e nos assessórios.
RedescobertaFoi a partir da dança, há 12 anos, que a dona de casa Nivalda de Alencar, 71, se redescobriu. Segundo ela, antes de conhecer o baile, por intermédio de um amigo, ela se dedicava exclusivamente a cuidar da casa, dos filhos e do marido, o torneiro mecânico aposentado João Batista de Alencar, 70, com quem é casada há quase 50 anos. "Sempre fui vaidosa, mas agora quero sair para comprar roupa, um brinco e estar bem", comenta.
Depois de conhecer o baile, o casal ingressou em aulas de dança de salão, condição imposta por João Batista. "A partir do momento que a gente aprende os passos a dança fica mais prazerosa", observa.

Conquista de amigos e qualidade de vida sexual são ganhosDemorou seis meses até que a dona de casa Maria de Lourdes Souza Vieira, 75 anos, e o marido, o torneiro mecânico aposentado Oswaldo Vieira, 74, se rendessem aos encantos do baile da nostalgia. Foi preciso deixar a vergonha de lado e criar coragem para encarar o desafio e descobrir o prazer hoje comemorado.

"Se soubesse que era tão bom assim teria começado antes", observa Maria de Lourdes. Segundo a moradora da Vila Pires, quando está no salão volta a ter 20 anos. A única condição durante o baile é que o marido só dance com ela. "Ele mesmo diz que não acerta dançar com outra", justifica.

Os benefícios impactaram a vida do casal de forma desde o lado psicológico até o sexual. "Minha pressão arterial normalizou e agora tenho mais alegria e disposição", comenta a dona de casa. Pelo lado da estética, a vaidade foi intensificada. Quinta-feira se tornou dia de cuidar das unhas e do cabelo no salão de beleza.

Para Oswaldo, entre os ganhos estão as amizades conquistadas e os valores adquiridos. Depois que passou a conviver com a nova família em sua nova casa, ele conta ter aprendido a deixar o preconceito de lado e a perdoar.

Especialistas indicam cautela para prevenir contusões
Apesar de apoiarem a prática da dança na terceira idade, especialistas recomendam cautela no momento da atividade física para evitar lesões ou dores indesejadas. A alternativa, segundo eles, é iniciar o bailado de forma gradativa e estar atento aos momentos necessários de pausa, seja para descanso ou simplesmente beber água.

Antes de começar a frequentar os encontros, o professor de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina do ABC Walter Yoshinori Fukushima indica avaliação cardiovascular e ortopédica. O acompanhamento de rotina também deve ser feito. "Ao contrário do que as pessoas pensam, não é preciso sentir dor para procurar o médico", destaca.

A vice-coordenadora do curso de Ciências da Atividade Física da USP (Universidade de São Paulo), Marília Velardi, observa ainda que não é necessário ir desarrumado ao baile, no entanto, o calçado e a roupa devem ser confortáveis. "É preciso se condicionar para dar pausas para beber água. Isso porque quando fazemos atividade agradável a percepção do esforço é modificada", diz.

PertencimentoAlém dos benefícios físicos já conhecidos, o bem-estar gerado pela dança supera os limites do corpo. Na visão de Marília, o principal ganho é o sentimento de pertencer a um grupo, algo difícil de ser observado entre pessoas da considerada melhor idade. "A dança agrega valores ao indivíduo", diz.

Para a professora do programa Aquarela (voltado à população da terceira idade) da Metodista Rose Maria Souza, o baile integra o idoso à sociedade, faz com que ele se ressocialize e mostra que ele é capaz. "Durante a dança eles tratam de outros assuntos e tiram um pouco o foco da casa e da família", comenta.

Com isso, é possível redescobrir o corpo e os prazeres de se viver, sentimentos capazes de afastar a depressão, um dos males que mais acometem os idosos, explica.







Fonte:http: //www.dgabc.com.br/News/5979820/danca-comigo.aspx

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Copa do Mundo de Pole Dance



A princípio, ao ouvir falar em pole dance (tipo de dança sensual feita em uma barra vertical), é possível se pensar que se trata apenas de um hobby para se praticar ou um espetáculo para ser apreciado. Mas a modalidade foi além de uma simples prática e, no Brasil, desde 2009 possui seu órgão regulador, a Federação Brasileira de Pole Dance (FBPOLE). Ela é a responsável pela organização da 2ª Copa do Mundo de Pole Dance, que acontecerá entre os dias 2 e 3 de novembro, na Casa de Espanha, no Humaitá, na Zona Sul do Rio.

A australiana Carlie Hunter executa o movimento prancha, um dos mais difíceis (Foto: Divulgação)

A competição contará 56 atletas nacionais e com a participação de 44 atletas campeãs internacionais, de 26 países. No ano passado, o evento realizado no clube Hebraica, em Laranjeiras, também na Zona Sul, recebeu 800 pessoas.

Vanessa Costa recebe homenagem na Itália
(Foto: Divulgação)

Vanessa Costa, organizadora da copa e presidente da FBPOLE, explicou que este ano a competição é muito maior devido ao time de atletas. “A proporção é muito maior. Temos atletas vindos de 26 países. Está é a única copa do mundo de pole dance que tem critérios de arbitragem com movimentos obrigatórios a serem cumpridos. O júri é composto por profissionais formados pela FBPOLE.”

Vanessa recebeu uma homenagem no Campeonato Italiano de Pole Dance, em outubro de 2011, porque criou no Rio durante o 1ª Pole World Cup, em setembro 2011, o código de regras e o livro de arbitragem - o primeiro do mundo - para transformar a dança em um esporte.

A seleção dos competidores foi feita por vídeo. No final da seleção, o máximo estabelecido era de duas representantes de cada país. Russos, japoneses, australianos, franceses, além de representantes de outros países, disputarão performances de movimentos medidos pelos graus de dificuldade, classificados pela federação de A à F. “Todo o público que conhece pole dance espera que os atletas ou criem um movimento F (mais difícil) novo , ou que elas façam os “Fs” mais famosos, como a prancha, por exemplo (na foto acima)”, disse Vanessa.

A etapa nacional acontece na sexta-feira (2 ) e tem duas modalidades: amadora e profissional. A brasileira que melhor executar movimentos mais difíceis ganha R$ 2 mil. Já a internacional será no sábado (3). A vencedora leva para casa R$ 4 mil.

Natália Cobas realiza o movimento janeiro
(Foto: Divulgação)

A carioca Natalia Cobas, de 24 anos, vai concorrer na categoria amadora. Há um ano e um mês praticando a atividade, ela procurou o pole dance porque queria fazer um exercício físico e detesta musculação.

“Já na aula experimental eu me apaixonei. Eu já gostava de dançar e adorei a modalidade. Foi ótimo para emagrecer, mudei meus hábitos alimentares e, além disso, tive outra mudança radical na minha vida: perdi minha timidez. Na escola eu tinha dificuldade de me socializar, ficava travada, não conseguia participar das atividades e com a prática do pole dance isso melhorou bastante. Hoje, no meu trabalho, a minha postura é outra”, disse Natalia.

Ela contou que para os movimentos básicos não teve dificuldade. Mas que em outros específicos, como o split, em que é preciso utilizar muita força para puxar e abrir as pernas em movimentos acrobáticos, ela penou um pouco. “O movimento janeiro, por exemplo, demanda muita flexibilidade na coluna, porque apenas um braço fica preso na barra e o resto do corpo é todo sustentado por ele”.

Da categoria profissional, a brasileira favorita de Natália é Bianca Santhany, que participou da Copa Mundial de Pole Dance em 2011, ficando em segundo lugar na categoria profissional e em sétimo lugar no ranking mundial. “Estou torcendo por ela, já na categoria internacional eu não tenho a menor ideia de para quem torcer, elas são muito boas e é difícil escolher”, finalizou Natalia.

Carlie Hunter já venceu concursos de pole dance em três países (Foto: Divulgação)

A australiana Carlie Hunter, de 30 anos, era personal trainer e também trabalhava como bartender quando, em 2005, decidiu procurar um emprego diferente. Viu um anúncio no jornal para ser professora de pole dance e, mesmo sem nunca ter praticado a atividade, se candidatou à vaga. Com duas semanas de treinamento, ela já estava ensinando a dança. E desde então, esta é a sua profissão. Eleita Miss Pole Dance de seu país, Carlie já ganhou competições em Davos, na Suíça, em Hong Kong, na China, em Cambria e em Sidney, ambos na Austrália.
Ela disse ao G1 que está confiante em sua performance. “Eu estou me sentindo bem, me preparei, sei que tenho algum talento”. Suas alunas em Adelaide, na Austrália, estão na torcida para que vença a competição.

Ao todos serão distribuídos R$10 mil em prêmios em dinheiro e ainda prêmios dos patrocinadores. As primeiras colocadas das categorias amadora e profissional nacional ganham o direito de competir na fase final das mesmas categorias internacionais.

Onde: Casa de Espanha - www.casadeespanha.com.br
Endereço: Rua Maria Eugênia, 300 – Humaitá, Rio de Janeiro
Quando: de 2 a 4 de novembro de 2012
- dia 2/11 – 10h às 18h - amador e profissional brasileiras;
- dia 3/11 – 17h às 23h - amador e profissional estrangeiras;
- dia 4/11 – palestras e workshops
Quanto: Passaporte válido para os dias 2 e 3 de novembro: R$ 60,00

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/11/2-copa-do-mundo-de-pole-dance-acontece-na-zona-sul-do-rio.html

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Dança Comigo?

Dança Comigo?
Título no Brasil: Dança Comigo?
Título Original: Shall We Dance?

Esse filme retrata bem a paixão e o deslumbre que os adeptos da dança de salão sentem. Perseverança, força de vontade e persistência também são visíveis nos personagens, assim como nós praticantes dessa arte. Excelente filme!


Sinopse:
Richard Gere interpreta John Clark, um homem com um emprego maravilhoso, uma esposa charmosa (Susan Sarandon) e uma família amável, mas que sente algo lhe faltar a cada dia. Toda noite em sua volta do trabalho, John vê uma linda mulher (Jennifer Lopes) com uma expressão perdida através da janela de um estúdio de dança.
Numa noite, John desce do trem, e encantado com a moça impulsivamente se matricula para aulas de dança, na esperança de encontrá-la. Ele prova não ter muita afinidade com a coisa, mas apesar de tudo, se apaixona pela dança. Se esforça para que sua família e colegas de trabalho não saibam de sua nova obssessão. John treina arduamente para a maior competição de dança de Chicago. Sua amizade com Paulina (Jennifer Lopes) cresce e seu entusiasmo reascende a paixão perdida pela dança. Com sua esposa ficando desconfiada e seu segredo prestes a ser revelado, John tem que fazer algo para continuar o seu sonho e realizar aquilo que ele realmente busca.



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

História do Xote


O xote é uma cadência musical que tem como ancestral uma dança de salão portuguesa. Este ritmo nasce, porém, na Alemanha, originalmente intitulado Schottisch, termo alemão que traduzido tem o sentido de ‘escocesa’, embora não guarde nenhuma relação com a Escócia. Ao criarem esta expressão, os alemães se referiam à polca escocesa, da maneira como era vista por este povo.

Esta dança parece ter desembarcado em solo brasileiro em 1851, na bagagem de José Maria Toussaint. A princípio ela era difundida entre os aristocratas que viviam durante o Segundo Reinado. Mas logo os escravos se afeiçoaram a este ritmo, observando a coreografia e adaptando-a aos seus próprios gingados.

Não demorou muito para que o Schottisch se transformasse no ‘xótis’ e depois no ‘xote’. Assim que os negros instituíram a Irmandade de São Benedito, este bailado tornou-se símbolo dos Bragantinos.

O xote foi aos poucos se distanciando dos elementos originais do Schottisch, pois os antigos escravos imprimiram a esta dança sua flexibilidade sem igual, seus giros e movimentos corporais, que conferem aos que o dançam uma maior vivacidade.

Atualmente este ritmo se tornou mais adaptável e é, assim, localizado tanto nos forrós que grassam no Nordeste brasileiro, quanto na região Sul, constituindo o xote gaúcho. Ele também se encontra mesclado a outros ritmos da América Latina, como a salsa, a rumba e o mambo, e é uma das cadências mais executadas e dançadas no Brasil.

As mulheres normalmente trajam saias amplas ou vestidos com a cintura franzida. Os homens optam pelas calças tradicionais ou de jeans, acompanhadas por camisas de manga comprida, bem coloridas e estampadas. As músicas são tocadas em rabecas ou violas, junto com o pandeiro e o triângulo, e vocalizadas por uma banda.

Imortalizado pelo compositor Luiz Gonzaga, o xote nordestino tem uma cadência binária ou quaternária, tocada em marcha rápida. Nas tradicionais festas juninas, porém, este ritmo soa de forma mais lenta. É possível encontrar várias maneiras de dançar esta sonoridade. Há o xote de duas damas, que mais se aproxima do estilo alemão, no qual o trabalhador rural dança com duas prendas ou damas.

No xote carreirinha os casais correm no mesmo rumo. Esta dança é semelhante à que os alemães conhecem como ritsch-polka. Ela é muito comum no Rio Grande do Sul. O xote inglês foi muito difundido no fim do século XIX, inspirado pela predominância da Inglaterra no Brasil neste período. Dominou as cidades, tocado ao piano, para depois atingir o interior, aí praticado na gaita.

O xote de sete voltas exige que o casal dê sete voltas pelo salão, bailando primeiro em uma direção, depois em outra contrária. No xote do Chico Sapateado os bailarinos alternam movimentos da polca, abraçados pela cintura, com voltas e sapateados, durante os quais eles se tocam através das pontas dos dedos da mão direita.
Por Ana Lucia Santana

Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xote
http://www.rosanevolpatto.trd.br/dancaxote.htm
http://www.infoescola.com/danca/xote/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Boa postura corporal torna a dança ainda mais bonita



Boa postura corporal torna a dança ainda mais bonita

 

A primeira lição em qualquer exercício físico é relacionada a postura corporal. Com o propósito de conceder uma beleza superior as coreografias e principalmente por saúde, a regra também é válida durante as aulas de dança de salão.
De acordo com o professor de dança Ivan Sousa, uma postura adequada é essencial. “A postura na dança é importante não só para manter a estética, mas para uma saúde corporal e o equilíbrio do casal exibindo a harmonia dos dançarinos na dança de salão”, afirma.
Nem mesmo a diferença de altura deve influenciar. “É sempre bom manter a postura correta, nunca um apoiando-se no outro e buscando o conforto de ambos dançarinos”, explica.
O cuidado pode tornar a dança ainda mais charmosa. “A dança só ficará mais bonita se for harmoniosa, para alcançar a harmonia o casal deve buscar professores capacitados para ensinar a postura e as técnicas corretas de cada estilo de dança”, ressalta.
Além dos benefícios na dança, a postura correta também deve ser aplicada fora dos palcos. “Somente pode ajudar a manter a postura se a pessoa tiver consciência corporal descobrindo maneiras de melhorar sua técnica no dia a dia, pois nas aulas o professor pode dar dicas e corrigi-las, mas fora delas é responsabilidade pessoal. Sua mente é um instrumento poderoso, seja seletivo com aquilo que você acha importante antes de cada passo.
Preste atenção na posição inicial e na execução do movimento apresentada pelos professores, o alinhamento é essencial para a precisão do movimento. Visualize cada movimento da dança através do espelho, note gradualmente os hábitos inadequados e melhore seus passos”, frisa Sousa.


Fonte: http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Noticias&id=66176

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Dança de salão melhora o corpo e a mente


Dança de salão melhora o corpo e a mente

A prática de atividades físicas é indispensável para manutenção da saúde. Exercitar o corpo melhora a qualidade de vida e contribui para o retardamento de doenças degenerativas, já que muitas delas estão ligadas à inatividade física.
O sedentarismo provoca a atrofia das fibras musculares, perda da flexibilidade e é a principal causa de doenças como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, aumento do colesterol e infarto do miocárdio.
Para quem procura uma atividade física prazerosa, a dança de salão é uma boa pedida. De acordo com a docente aposentada da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e mestre em Biodinâmica do Movimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP), Lucília Kunioshi Utiyama, “a prática [da dança de salão] trabalha a memória e a concentração nos passos. Por ser uma atividade social, ela permite que as pessoas se aproximem e conversem enquanto estão dançando.”
Segundo o bacharel em Educação Física e professor de dança, Paulo Ricardo Freschi Ferreira, muitas mulheres procuram o exercício para aliviar as tensões diárias. A prática é indicada para todas as idades e não precisa ser interrompida durante a gestação. “A dança vai manter os níveis de frequência cardíaca e de circulação do sangue necessários para o bebê por meio da mãe”, afirma. Durante a gravidez, é importante a opção por ritmos mais cadenciados, o que evita o aumento abrupto da frequência cardíaca e da pressão arterial.
A dança de salão, assim como todo exercício físico, auxilia na redução dos níveis de ansiedade e estresse, previne a depressão, melhora o humor e o funcionamento orgânico geral. Para aqueles que estão interessados em começar a dançar, Ferreira explica que o importante é não perder tempo. “A dica é procurar a escola ou academia mais próxima de casa! As escolas estão preparadas para receber o público iniciante.” Lucília Utiyama reforça que por se tratar de uma atividade física, é importante realizar uma avaliação médica.
Paulo Ricardo Freschi Ferreira e Lucília Kunioshi Utiyama são membros da Entrepassos Cia de Dança. O grupo é parceiro do Programa de Atividade Física (NAFI) da UEL e ministra aulas semanais. Mais informações: 3371-4143.
Ritmos e gasto calórico



A queima de calorias durante uma aula de dança de salão é variável e leva em consideração inúmeros fatores. No entanto, é possível traçar um gasto calórico estimado para cada ritmo:
Forró: um dos estilos mais fáceis de aprender. Trabalho acentuado nos quadris e nas pernas. Gasto calórico: até 470 kcal/h.
Soltinho (Swing ou Roque brasileiro): ritmo caracterizado por passos rápidos. Trabalho acentuado nas coxas, panturrilhas e braços. Gasto calórico: até 550 kcal/h.
Samba de gafieira: os músculos das pernas são os mais trabalhados. O abdômen desenha papel importante nos giros e rebolados. Gasto calórico: até 470 kcal/h.
Salsa: modalidade aeróbica. Trabalha bíceps, tríceps, músculos abdominais, coxas, glúteos e panturrilhas. Gasto calórico: até 590 kcal/h.
Bolero: um dos movimentos mais lentos da dança de salão. Passos exigem força nas pernas e postura impecável. Gasto calórico: até 350 kcal/h.
Tango: estilo sensual. Considerado com um dos estilos mais difíceis da dança de salão. Gasto calórico: até 470 kcal/h.


Texto: Renata Santos - Londrix Comunicação

FONTE: http://www.planetasercomtel.com.br/para-voce/131861/atividade-fisica-danca-de-salao-melhora-o-corpo-e-a-mente.html

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

História do Mambo


O estilo musical e coreográfico conhecido como mambo nasceu em Cuba, fruto de uma fusão de várias sonoridades musicais. Ele recebeu forte influência das cadências afro-cubanas procedentes das cerimônias religiosas típicas do Congo. O termo com que ele foi batizado provém de uma gíria comum entre os músicos negros – “estás mambo?”, ou seja, “tudo bem com você?”. Estes artistas executavam um ritmo conhecido como El Son nos grupos musicais cubanos.

Já o mambo moderno é criado em 1939, com Orestes López e Cachao López, que produziram uma danzón – gênero derivado da dança criolla, que tem como fonte a contradanza espanhola e a contredanse francesa, das quais várias danças de salão latino-americanas se originam – à qual deram o nome de Mambo, valendo-se de sonoridades procedentes da cultura africana. Sua versão foi executada pelo célebre conjunto Arcaño y sus Maravilhas.
Os migrantes negros do Haiti trouxeram consigo o cinquillo, elemento também presente em outro ritmo proveniente da contradanza, o Tango, nascido na Argentina. Em meados dos anos 40, músicos mais conhecidos, como Arsênio Rodriguez, Bebo Valdez, Orestes Lopez e seu irmão Israel Cachao Lopez; o pianista e arranjador do conjunto Casino de la Playa, Damaso Perez Prado, entre outros, enveredaram pelo estilo que posteriormente seria denominado nuevo ritmo ou apenas Mambo.

O maestro Damaso Perez Prado foi, porém, o responsável pela disseminação deste estilo musical. Em 1947, ele segue para o México, onde cria um conjunto de grande porte, ao qual acrescenta um fantástico segmento de sopros, inspirado no grupo de Stan Kenton. Munido destes recursos, ele parte para vencer a acirrada competição musical do mercado norte-americano.

Perez se valia dos ritmos afro-cubanos como esteios sonoros, fundindo-os a arranjos de orquestra absorvidos do jazz, especialmente do conjunto de Kenton, a quem ele admirava profundamente, honrando mais tarde esse sentimento ao gravar um de seus mambos. Pouco antes de deixar Cuba, ele deixou pronto na Ilha um disco 78 RPM, com a gravação de seus hits Mambo Caén e So caballo, bem aceitos pelo público local.

Na década de 50 o Mambo revoluciona a paisagem musical, não se rendendo nem mesmo diante do monopólio das big bands norte-americanas, graças ao talento de Perez, somado ao de outros cantores célebres desta época, tais como Xavier Cugat, Tito Puente e Beny Moré. Da autoria de Perez, Que Rico El Mambo (Mambo Jambo) foi o primeiro de uma lista inumerável de sucessos. O mambo Cerezo Rosa atinge em 1955 o topo da parada musical da revista Billboard, apenas destituído de seu posto pelo rock Around the Clock, de Bill Halley.

Este estilo musical, porém, não teve longa duração; seu sucesso foi efêmero. Mas esta sonoridade, que misturava ritmos cubanos e elementos jazzísticos, marcou a história da música cubana até princípios da década de 60. A partir daí ele foi superado pelo fenômeno do rock.
Por: Ana Lucia Santana
Fontes
http://www.conexaodanca.art.br/
http://www.musicacubana.com.br/ritmos.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mambo
http://www.infoescola.com/danca/mambo/

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Dirty Dancing – Ritmo Quente

Dirty Dancing – Ritmo QuenteTítulo no Brasil: Dirty Dancing – Ritmo QuenteTítulo original: Dirty Dancing

Sucesso até hoje principalmente entre os noivos, que buscam da cena da dança final, inspiração para a dança do casamento, Dirty Dancing mostra um pouco do preconceito que os dançarinos sofrem, pois sempre fomos tachados como vadio e vagabundos. Esperamos que isso um dia mude!

Sinopse:
Em 1963, Frances Houseman (Jennifer Grey), ou "Baby", como é chamada pela família, uma jovem de 17 anos, viajou com seus pais, Marjorie (Kelly Bishop) e Jake Houseman (Jerry Orbach) e sua irmã Lisa (Jane Brucker) para um resort em Catskills. Ao contrário de Lisa, que pensa em roupas, Frances é idealista e quer estar no próximo verão no Corpo da Paz estudando a economia dos países do Terceiro Mundo. Assim, ela espera que este seja o último verão como uma adolescente despreocupada, mas Baby não se dá muito bem com sua irmã mais velha e está entediada em tentar distrair os hospedes mais velhos (foi envolvida nesta situação por seu pai). Até que numa noite Baby ouve algo que parece ser um som de festa no alojamento dos funcionários (que os hospedes não podem ter acesso). Ela consegue entrar na festa graças a um empregado e descobre que ali o pessoal realmente se diverte com danças, que Max Kellerman (Jack Weston), o dono do hotel, não permite. Baby chega a dançar com Johnny Castle (Patrick Swayze), um professor de dança, e logo fica apaixonada por ele. Quando Penny Johnson (Cynthia Rhodes), a parceira de dança de Johnny, fica grávida por ter se envolvido com Robbie Gould (Max Cantor), um dos garçons, Baby se oferece para aprender a dançar e substituir Penny, mas o pai de Baby, quando descobre, não gosta disto, pois considera que Johnny é de outra classe social e Baby é jovem demais para entender seus sentimentos.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Novos ritmos atraem jovens para a dança de salão

Novos ritmos atraem jovens para a dança de salão
A dança de salão já foi símbolo do bolero, com ritmo mais lento e passos tradicionais. Como consequência, as escolas de dança geralmente eram associadas ao público com idade a partir dos 40 anos. Entretanto a inserção de novos ritmos como Zouk, Salsa e Forró atraiu uma nova faixa etária de alunos.
“Antigamente era raro encontrar pessoas jovens nas aulas de dança de salão, entretanto esse número
cresceu com a chegada de novos ritmos e hoje as pessoas mais jovens são comuns nas aulas”, explica Rui Tavares, professor de dança do Studio Corpore Sano, localizada em Santo André.
Segundo o professor a maioria dos alunos está entre os 16 e 25 anos de idade e nunca teve contato com a dança de salão. “Um dos motivos que os alunos procuram a aula é para perder a timidez e se relacionar facilmente com os outros, principalmente com o sexo oposto”, conta Tavares.
A procura pelos novos ritmos fez até mesmo que os ritmos alterassem principalmente o zouk. Segundo o professor de dança o zouk new é uma mistura de passos e músicas de outros ritmos do gênero de dança como o lambazouk, zouk flow, kizomba entre outros.

Saúde
A dança não é benéfica apenas para incentivar o desenvolvimento da vida social, mas também para a saúde. Segundo o professor pessoas que sofrem com o estresse e depressão podem procurar a dança como terapia. Aqueles que estão sedentários também buscam a prática por gostar e ao mesmo tempo colocar o corpo em movimento.