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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Um bolero jovem?!?

Para alguns é até uma antítese dizer que bolero pode ser um ritmo para jovens,  embora esse estilo musical nos remeta a lembraças de casais com mais idade dançando, ele pode sim ser um ritmo para jovens. E um exemplo disso é o vídeo abaixo, lembramos que isso é uma coreografia, porém podemos colocar na nossa dança alguns movimentos mais ousados, mais sensuais e fazer um bolero mais forte, com a cara do pessoal mais jovem.

domingo, 25 de novembro de 2012

Baile Clube do Saudosista




E sábado, dia 24 de novembro, aconteceu em Piracicaba no Clube do Saudosista um super evento promovido pelo prestigiado Felipe Bragion.






E como não poderia ser diferente, a galera da Athenas Studio de Dança estava marcando presença.












Um baile muito bom, com presenças de renomadas personalidades da dança de salão, Jaime Arôxa com Bianca Gonzales e Marcelo Cunha e Karina Sabah, e muita apresentações que abrilhantaram ainda mais o evento.










Toda a turma atheniense se divertiu muito!

















E para finalizar a noite, parada em uma lanchonete para repor todas as energias perdidas dançando....rsrssrsr.





E que venha a próxima balada de dança.

Abraços Bob!


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

História da Dança de salão

Pode-se dizer que dança de salão é toda a dança social, ou seja, que se dança a dois. Os mais variados ritmos são englobados pela dança de salão.

Segundo historiadores, as danças de casais tornaram-se populares no início do século XIX, embora tenham surgido no século XIV, e evoluído nos séculos seguintes (apenas entre os nobres).

A dança de salão foi introduzida no Brasil em 1914, a princípio com a valsa e a mazurca.

Os ritmos mais presentes nos salões do Brasil, assim como nas academias de dança são: soltinho, forró, samba de gafieira, tango, bolero e salsa.

Devido à riqueza de ritmos, as danças de salão podem ser classificadas como latinas ou clássicas.

São danças de salão latinas:
– Samba – surgiu no Rio de Janeiro, com base na cultura africana, em ritmos como o lundu, umbigadas (semba) e pernadas de capoeira.
– Rumba – surgiu em Cuba, levada pelos escravos contrabandeados para aquele país.
– Merengue – é a dança tradicional da república Dominicana, embora seja popular em outros países da América Central (Haiti e Costa Rica) e América do Sul (Colômbia e Venezuela).
– Cha-cha-cha – ligado ao mambo, o cha-cha-cha é originário na Rumba. Surgiu em Cuba.
– Paso – doble – surgiu na Espanha, tem grande semelhança com o One-Step.

São danças de salão clássicas:
– Tango – surgiu nos bordeis da Argentina
– Valsa Vienense – surgiu na Áustria.
– Valsa Inglesa – uma variação mais lenta da valsa vienense.
– Slow Fox – surgiu em Nova York, com base em outro ritmo, o Foxtrot É considerado uma das danças mais difíceis.
– Quickstep – surgiu nos Estados Unidos, com base no Foxtrot. É mais rápida e fácil que o Slow Fox.

A dança de salão é, além de uma forma de lazer e descontração, é uma atividade física indicada tanto para jovens, quanto para pessoas mais velhas, pois ao dançar, é trabalhada a capacidade aeróbica, as funções cardiovasculares e respiratórias, a flexibilidade, entre outras.

Fonte: http://www.infoescola.com/artes-cenicas/danca-de-salao/

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

História do Frevo

Embora o Frevo não seja da dança de salão....


O Frevo surgiu em Pernambuco, entre o fim do século XIX e o início do século XX, primeiramente como um ritmo carnavalesco, nascido dos maxixes, dobrados, polcas e marchinhas de carnaval. O frevo originalmente não tem letra, é só tocado por uma banda.

Do ritmo mais rápido, das bandas de músicas marciais, surgiu a dança do frevo, nos desfiles antigos de carnaval, quando jogadores de capoeira abriam o caminho para os músicos passarem pela multidão. O frevo mistura passos de ballet, capoeira e cossacos.

O nome frevo tem origem na palavra ferver, que na pronúncia popular virou “frever”. O significado é o mesmo de fervura, ou seja, agitação, rebuliço. O termo foi usado pela primeira vez em 1908, em um Jornal chamado Pequeno.

Embora arraste multidões dançando e divertindo-se, o frevo é uma dança complexa, de passos complicados, muita improvisação, que misturam rodopios, gingados, passos miúdos, malabarismos entre outros. Os dançarinos utilizam ainda uma sombrinha colorida (aberta) enquanto dançam, demonstrando grande técnica.

Existem mais de cem passos conhecidos do frevo, sendo os mais famosos: Locomotiva, Dobradiça, Fogareiro, Capoeira, Tesoura, Mola, Ferrolho e Parafuso, entre outros.

Nos anos 30, o frevo foi dividido em três ritmos:

* Frevo-de-Rua – É o frevo completamente instrumental, feito exclusivamente para dançar. A música do Frevo-de-Rua pode ter: notas agudas (frevo-coqueiro), predominância de pistões e trombones (frevo-abafo) e introdução de semicolcheias (frevo-ventania).

* Frevo-de-Bloco – Originada das serenatas realizadas paralelamente ao carnaval, no início do século. A orquestra de Pau e Corda é composta de banjos, violões, cavaquinhos e recentemente vem sendo utilizado também o clarinete.

* Frevo-Canção – Frevo mais lento, com algumas semelhanças em relação à marchinha carioca. É composto por uma introdução e uma parte cantada, terminando ou começando com um refrão.

O carnaval de Olinda é o carnaval do frevo, que pode ser considerado o carnaval mais popular do país, embora não seja o maior. Isso porque no carnaval do frevo não existem escolas de samba, sambas-enredo ou trios elétricos, ou seja, o carnaval é realizado pelo povo, pelas famílias que saem nas ruas para a folia.

Fonte: http://www.infoescola.com/danca/frevo/